29/09/2017

Quem diria, já estamos em Bodas de Papel. Quem me acompanha a bastante tempo sabe que contei alguns passos do meu casamento que aconteceu no dia 24 de setembro de 2016. Sim, produção, já se passou um ano desta data tão linda!

Para comemorar as minhas primeiras bodas, gravei um vídeo super especial mostrando para vocês o meu álbum de casamento. Ele ficou tão lindo, delicado, que tentei mostrar todos esses sensíveis detalhes em vídeo.

QUE TAL SE INSCREVER NO MEU CANAL? TEM VÍDEO NOVO TODA A SEMANA! 🙂

Para quem não lembra, eu gravei logo após o casamento a ‘TAG Confissões Pós Casamento‘ e nela eu conto vários detalhes da cerimônia. É tão bom e bonito relembrar esses momentos que transformaram a nossa vida.

Engana-se quem pensa que o primeiro ano de casado é um conto de fadas. É muito complicado acostumar com outra pessoa, o jeito dela, as manias, as contas que surgem e todas as obrigações da vida de adulto.

Ainda mais complicado que isso, é ter que lidar com as opiniões de pessoas que acham que podem dar pitacos dentro da sua casa. E aí vai meu conselho: roupa suja se lava em casa, sempre com bastante sabão e amaciante para deixar tudo fofinho e cheiroso.

Se você amiga tá nessa fase e acha que vai acabar o casamento, RELAXA! Isso passa viu? Por enquanto é isso, espero que vocês tenham gostado do meu álbum. Um super beijo e até a próxima! 🙂

por Carolina Rabêlo
Compartilhe com os amigos
0 comentários

Leia tambem

  • Projeto Casório #04: Meu Site do Casamento!
  • Projeto Casório #02: Buffet & Fotografia!
  • Projeto Casório #06: Como está o meu casamento?
  • 27/09/2017

    Quem me conhece sabe que 70% dos meus batons são marrons. Eu amo essa cor e acredito que ela combina perfeitamente com meu tom de pele. Ou seja, quando não quero ousar muito, aposto nesta cor e é sucesso!

    Hoje, resolvi fazer uma seleção de 5 batons que eu amo para compartilhar com vocês. Tem batom mate, cremoso, baratinho e mais caro, ou seja, batom pra agradar todo mundo. Antes de começar, quero pedir desculpas por uma coisa: Algumas fotos ficaram desfocadas e eu só vi na edição, vocês me desculpam? 

    Batom Ouro – Preta Gil:

    Ele também pode entrar na classe dos cobres, mas eu defino ele como um marrom com toques de dourado. A cor dele é linda e ele é super mate e dura bastante na boca. Ele tem uma bala fininha, ideal para desenhar bem os lábios.

    Loucura – Koloss:

    Falei desse batom na semana passada lá no meu Instagram (segue lá, please?) e eu estou gostando bastante dele. Ele é da nova coleção da Koloss, e tem uma pegada mais cremosa, mas uma cor muito forte. Afinal, nada com uma batom escuro para dar aquele up no visual, né?

    Brum – Max Love:

    Cara, eu amo essa coleção de líquidos mate da Max Love. Claro, meu preferido é esse marrom maravilhoso! Ele tem pequenos toques de dourado e seca muito rápido na boca. E o melhor: ele não tem o gostinho ruim! Lindo né?

    Batom 273 – Ruby Rose:

    Olha que top esse batom: um lado dele é cremoso em bala e o outro é líquido mate. Eu amo a cor dele, ele cobre super bem e eu amo usar ele no dia-a-dia. Aliás, o batom em bala dele é super macio e delicado!

    Dolce K – Kylie Jenner:

    Quando recebi esse batom eu gritei: SOU RICA MALANDRO! Brincadeiras a parte, ele é o batom que mais dura no universo! Ele é um batom mais acinzentado e já fiz resenha dele aqui no blog. A foto ficou cagada, mas ele é maravilhoso!

    Depois que fiz as fotos eu percebi: boa parte deles são parecidos, né? Mas, eu amo mesmo assim! Qual você mais gostou? Conta aí nos comentários e compartilha com sua amiga que ama batons marrons! Beijo e até a próxima!

    por Carolina Rabêlo
    Compartilhe com os amigos
    10 comentários

    Leia tambem

  • Tratamentos mais procurados hoje em dia
  • Autoestima e Saúde no Universo Plus Size
  • Como fazer um penteado usando fitas
  • 25/09/2017

    Não parece amor, não nos olhamos e nos conectamos da primeira vez que nos vimos. Não nos conhecemos enquanto esbarrávamos um no outro na balada. E ele não quis me pagar um drink quando por acaso conversamos naquele bar, afim de interesses posteriores.

    E eu não senti algo diferente quando nos vimos pela quarta vez, nem quis beija-lo ou tocar suas mãos na décima vez que nos encontramos. Costumo falar que as coisas entre a gente foram gradativas, sem beijos apaixonados logo de cara, sem olhares fugazes daqueles que costumam nos ler por dentro.

    Sem nenhum sentimento exacerbado que se cria no primeiro encontro.

    E apesar da forma como iniciamos, acredito que aqueles amores que costumam se encher demais no começo acabam por se expelirem rápido demais também. O cara do bar, com certeza não é o cara dos meus sonhos, não corresponde nenhuma das minhas tolas idealizações de “homem perfeito”, e ele de fato não faz esforço nenhum para isso.

    O que o faz alguém muito mais especial do que se quisesse me impressionar e por fim mudar sua essência por alguém tão humano quanto ele. Mas quer saber? Com o tempo a gente aprende que não existe ninguém perfeito para o seu quebra-cabeça chamado vida.

    Quanto mais eu conheço o moço do bar, mais percebo o quanto ele está distante do que idealizei a vida inteira. Mas tudo bem, ele não precisa ser quem eu quero, muito menos quem ele não é.  E em meio a toda essa contradição os fins de tardes no domingo, com música calma, dedos entrelaçados, luz ambiente e calmaria começam a acontecer de forma natural e leve.

    Até esse dia eu continuava a pegar ônibus de mal humor nas segundas-feiras, não pensava em me arrumar um pouquinho mais para o caso de nos esbarrássemos e muito menos ficava esperando por mensagens dele.

    Costumo dizer para os meus amigos que me permitir no que temos hoje, foi um devaneio enquanto a vida tomava o controle de tudo. Não foi amor, não é amor, e eu espero que a gente só se der conta disso em um futuro do qual ambos tenham força suficiente para abraçar o propósito.

    Foi diferente, foi mais que amor, foi olhar na mesma direção, foi ouvir e falar sobre trabalho e coisas chatas que a maioria das pessoas costumam ignorar nos primeiros encontros. Mas foi apenas isso.

    Ele com certeza não tinha “nada haver” comigo. Mas de fato isso foi o que me atraiu, estava cansada de amores rasos. No entanto, a nossa contradição começava a aparecer nas noites sem sono, nas músicas que me apresentava, no cheiro de casa limpa.

    E o fato de não romantizarmos o amor, não nos faz imperfeitos um para o outro. Posso estar sendo redundante, mas nos acostumamos com paixões intensas, amores a primeira vista e todos aqueles sentimentos que hora ou outra acabam.

    O amor passou de escolha, a um sentimento frágil, do qual  a gente assiste nos filmes e se concretiza na literatura romanesca. Nos esbarramos trilhões de vezes até por fim permitir que o que ainda não é amor, talvez se torne.

    Não teve nada de especial, não foi romântico nem intenso, mas foi completamente honesto.

    O “romance” que eu achei ser apenas um encontro, tornou-se a cada dia mais consolidado em nós.  Eu não precisava sentir aquela saudade louca, não precisava olhar o celular a cada cinco minutos a espera de um “boa noite”. Não precisava tornar o que tínhamos de bom em um amor doente. Até porque os momentos juntos eram uma carga tão positiva que supria qualquer migalha que eu mesmo poderia me submeter.

    Um dia desses, o moço do bar me perguntou se dois corações poderiam ter a mesma batida, na hora confesso não ter muito o que responder.  Mas hoje digo, podemos ser a maior contradição, eu com meu coração jovem optar por sair e fazer programas não muito agradáveis, e ele com um coração experiente preferir um fim de tarde ao pôr do sol.

    No entanto isso só me conclui que dois corações podem não bater de forma igual. Mas é completamente possível estar no mesmo ritmo. Isso se chama harmonia.

    Gostou da crônica de hoje? Compartilha com os amigos e deixa seu comentário! Confira mais palavras lindas da May Mariano aqui no blog! Até o próximo post! 🙂

    por May Mariano
    Compartilhe com os amigos
    2 comentários

    Leia tambem

  • Memórias do Meu Primeiro BLOG!
  • Eu já sabia, mas ainda assim eu insisti.
  • Talvez amadurecer seja isso (ou não)!