23/08/2017

Graças à Deus (ou ao que você – não – acredita), estamos na fase em que as pessoas estão se aceitando como são, indo atrás da sua história, “batendo de frente” com quem implica, e isso é maravilhoso!

Eu tenho um recado para você que está se aceitando: não atire pedras na coleguinha que alisa o cabelo não! Eu já falei nesse post que se você alisa o cabelo e se sente bem assim, está tudo ótimo, e hoje vou me aprofundar nesse assunto.

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por Vitória Bruscato
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    Hey, você já pensou em desistir da sua Transição Capilar, né? Eu sei que já. Mas se você tem um objetivo, corre atrás. A transição é uma fase complicada, eu sei. O cabelo fica com duas texturas diferentes, você não sabe se deixa como está, se corta, se faz chapinha, se passa creme, se prende, se deixa solto, mas calma!

    Tenta de tudo. Prende um dia. Solta no outro. Faz chapinha um dia. Passa creme no outro.

    Uma hora você encontra um jeito legal. Se você vai receber olhares tortos? Sem dúvidas. Infelizmente isso é algo que temos que aprender a lidar, os olhares maldosos por não se encaixar em um padrão, por estar aceitando sua identidade.

    As perguntas serão ridículas e ou você responde com educação, ou engole, ou responde com ironia, pode escolher. Você não é obrigada a responder o porque de estar passando pela transição. Você não é obrigada a responder o porque de alisar o cabelo se você quer que ele fique cacheado um dia.

    Você não é obrigada a responder porque o seu cabelo é “mais” ou “menos” cacheado. E o mais importante: você não é obrigada a aceitar seu cabelo natural.

    Você deve fazer aquilo que faça com que você se sinta melhor.

    Se você está passando por essa fase de transição, não desista, não volte atrás, corra atrás da sua identidade, procure sua história, vá saber quem você é, se conheça. Se você não está passando por essa fase e se sente bem assim: tá tudo bem!

    Se ninguém te apoia independente da sua escolha: manda cada um cuidar da sua vida e faça o que você acha melhor. Você é linda de qualquer jeito, e nunca deixe ninguém dizer o contrário.

    Está passando pela Transição Capilar? Conte para a gente o seu relato. Por ser que alguma mana esteja precisando de uma palavra amiga e seu relato pode ajudar! Um beijo 🙂

    por Vitória Bruscato
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    Estou participando de uma gincana no United Blogs e todas as semanas tem um tema base para ser trabalhado. Este não era o tema do post de hoje, mas achei coerente vim escrever um pouco para vocês. O tema de hoje é amadurecimento e eu poderia abordá-lo de todas as forma, mas resolvi falar de um modo particular.

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    Para isso, vou contar uma história para vocês: quando eu era mais nova, sempre acreditei num grande amor. Eu desenhava ele em meus sonhos até que eu consegui vetorizar ele para a minha vida real.

    Era a definição de perfeição aquele relacionamento: rosas, poemas, chocolates, cavalo branco e vestido de princesa. 

    Como todo o relacionamento, passamos por momentos difíceis, para a cabeça que vivia no conto de fadas, eu diria que quase impossível. A cada briga, o mundo caia em cima de mim, com o peso de uma galáxia inteira. E se todo esse peso não bastasse, tinha cobranças: por que você não sai, por que você é assim, você fala demais, você fala de menos e por aí vai.

    Falar que eu vivia em um relacionamento abusivo, talvez não chegue a tanto. Ou talvez, chegue sim. Depois de “apanhar” das situações, eu comecei a entender que aquilo não era pra mim. Eu não tinha que me senti culpada por querer me dedicar aos estudos. Eu não tinha que me sentir culpada por gostar de ficar em casa. Eu não tinha que me sentir culpada por não ser igual as outras.

    Mas para aquela pessoa, eu era culpada. Tão culpada que fui responsável pelo fim do relacionamento: “eu quero viver e não consigo com você”. Chorei? Sim. Sofri? Muito. Mas tudo tem um limite meu bem. Foi aí que a palavra amadurecimento foi se tornando mais real para mim.

    Por viver em casa, eu tenho hoje uma casa bem cuidada. Por estudar de mais, hoje tenho um Bacharelado e ano que vem uma Graduação Tecnológica. Por falar demais é que me desenvolvi bem com a comunicação. E por não ser igual as outras, é que faço a minha diferenciação. Sou única, assim como cada mulher tem sua particularidade. 

    Amadurecer me mostrou que eu posso ser quem eu quero e que meus relacionamentos precisam se adaptar a isso e não ao contrário. Não preciso mudar para ser a parceira perfeita. Aprendi que não preciso de alguém que me complete, preciso de alguém me transborde ao máximo.

    Estou escrevendo isso não para ferir meus relacionamentos, não para indicar culpados, mas para fazer você pensar mulher. Até onde seu amor aguenta? Até onde seu limite vai? Não se arrisque num amor que não te leva além.

    Cada lado da moeda entrega sua metade, e essa é a receita de um amor verdadeiro.

    Nós precisamos aprender a viver no amor e não na dor. Essa história que quem se machuca aprender, mas não precisa sangrar para conhecer sobre algo. Temos a escolha em nossa mão e podemos agi-lá em qualquer momento. Mas, não importa o quão pesada está sua carga, sempre tem alguém aqui para te ajudar!

    Foi bom desabafar um pouco por aqui, estava com saudades! Não esquece de deixar sua opinião e compartilhe esse texto com alguém que precisa escutar algo bom sobre isso! Amadurecer dá medo, mas é sempre gratificante passar por ele! Beijo ♥

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    por Carolina Rabêlo
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